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Situações de
Risco
Muitas atividades humanas
envolvem riscos, em maior ou menor grau.
O simples caminhar pela
calçada envolve riscos. Podemos escorregar, pisar em falso, ou tropeçar. Claro
que devemos prestar atenção onde pisamos para evitar acidentes.
Entretanto, para diminuir essa
possibilidade, é necessário evitar, ou eliminar, as situações de risco. No
caso da calçada, é exigível que seja construída com pisos antiderrapantes,
e, de preferência, que não tenha degraus.
A manutenção deve ser
constante, consertando buracos, cimentando pedras soltas, eliminando o mato que
pode estar crescendo, principalmente na época das chuvas.
Outra atividade que envolve
riscos (muitas vezes subestimados) é a própria cozinha doméstica. Devemos
estar atentos para evitar cortes (que ocorrem com frequência!) e queimaduras
(também frequentes e às vezes graves).
Neste ambiente devemos também evitar as situações
de risco:
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pisos úmidos, molhados, ou engordurados pela presença expressiva de vapor ou
gordura produzida por frituras.
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outra situação de risco é a
posição do cabo da panela voltado para a pessoa quando deveria estar
posicionado lateralmente.
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não se pode abrir a tampa de uma
panela de pressão antes de ter equalizado a pressão interna com a externa,
assim como não se deve colocar a mão dentro do liquidificador com o plug
encaixado na tomada. Você pode achar isso um acontecimento absurdo e insensato,
mas que ocorre, ah!, ocorre sim.
Poderia estar citando aqui
inúmeras outras atividades e as situações de risco que podem se apresentar para ajudar a ilustrar para você leitor, que as atividades de marcenaria
também envolvem riscos. E muitos!
Isso, porém, não pode servir
de motivo para desestimular o exercício desta prazeirosa e frequentemente,
lucrativa atividade.
Antes, o objetivo desta
matéria é alertá-lo sobre os riscos envolvidos para que você desfrute de
todos os benefícios que esta atividade pode proporcionar.
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Marceneiro
fumante está vivendo uma situação de risco
se estiver fumando na oficina. Pode achar que está diminuindo o risco ao
utilizar o cinzeiro, mas este estará sempre longe, então a cinza irá para o
chão junto da serragem.
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Marceneiro
que tiver tomado aquela (ou aquelas!) cervejas
(ou algo mais forte), estará literalmente desafiando o perigo.
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O próprio bom senso recomenda
não apontar formões e outras ferramentas pontiagudas contra nós mesmos. Na
verdade, muitos cuidados se resumem a questões de bom senso, mas parece que
esse bem anda escasso.
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Situação de risco iminente é quando
estamos cortando alguma peça
de madeira, às vezes muito pequena, na
Serra Circular, ou aplainando-a na Desempenadeira. Alguns têm uma espécie de
surto de autoconfiança e aproximam demais os dedos da Serra ou das facas da
Plaina em movimento.
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O próprio ato de trocar o disco da
Serra, ou a fresa da Tupia, ou a ferramenta de corte de qualquer outra máquina,
é uma situação de risco. Acredite: não basta manter a máquina desligada, é
necessário remover o plug da tomada, ou desligar o disjuntor no quadro de
força.
Pessoas inexperientes, ou não corretamente orientadas, fazem operações nas
máquinas com o tronco e a cabeça protendidos para a frente, os pés para trás
e avançam a peça na máquina, o próximo evento pode ser um tremendo e
perigoso escorregão.
Mantenha-se de pé, em posição tal que lhe garanta estabilidade e
segurança máxima.
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Outra situação de risco se cria um
pouco por descuido, um pouco por alegada falta de tempo: Serragem espalhada pelo
chão da oficina.
É sempre desconfortável, mas, quanto mais fina, pior. E se produzida por ter
trabalhado laminados melamínicos, o escorregão é tido como certo.
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E o que devo dizer daquelas pessoas que
fazem ajustes e medições com a Serra Circular ligada?
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Finalizo esta matéria com a
recomendação de não criar situações de risco.
LEMBRE-SE:
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Acidentes não acontecem, eles são provocados! |
Abra os olhos e tire proveito da atividade,
prazeirosa e sempre atual, de marcenaria!
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